Sábado, 24 Fevereiro 2018

Lei nº 13.467, de 2017 que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) Destaque

 Lei nº 13.467, de 2017 que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e as Leis nos 6.019, de 3 de janeiro de 1974, 8.036, de 11 de maio de 1990, e 8.212, de 24 de julho de 1991, a fim de adequar a legislação às novas relações de trabalho, publicada no DOU em 14.7.2017.

Salienta-se que a Lei entra em vigor após decorridos cento e vinte dias de sua publicação oficial.

 

 

 

About Author

Itens relacionados (por tag)

  • Workshop - Os Segredos do Bitcoin 21/02 - Auditório da Fecomércio DF

    Dispomos de algumas cortesias para o evento! Caso seja de seu interesse, encaminhe seu nome completo, empresa, cargo, telefone e email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

  • Câmara Temática de TIC da Fecomércio e AmCham Brasília Realizam Seminário Sobre Internacionalização de Empresas.
    Empresários da área da tecnologia da informação e comunicação do Distrito Federal se reuniram na tarde desta sexta-feira (8/12), na sede da Fecomércio, para esclarecerem suas dúvidas sobre o processo de internacionalização de empresas para os Estados Unidos. Na oportunidade, o especialista do Departamento de Comércio do governo Norte Americano, André Leal, discorreu sobre o programa Select USA (www.selectusa.gov).

    O Programa é uma iniciativa do Departamento de Comércio Norte Americano para ajudar empreendimentos a crescerem e investirem nos Estados Unidos. A organização do evento foi da Câmara de Tecnologia da Informação (TIC) da Fecomércio, com o apoio da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) e contou com a presença de Camille Richardson, Conselheira do Serviço Comercial do governo Norte Americano.

    O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, esteve presente e destacou que as empresas brasileiras precisam começar a se preocupar com planejamento para atingir mercados de grandes proporções, como o dos Estados Unidos, por exemplo. “Muita das vezes o empresário só começa a se preocupar com administração de seu negócio quando ele já está na UTI. É importante que isso comece a mudar para que a empresa nasça bem, com objetivos traçados e assim possa vislumbrar um mercado global. Louvo essa iniciativa da Câmara de TI, acredito que esse é o caminho”, explicou Adelmir.

    Já o presidente da Câmara de TIc, Marco Túlio Chaparro, disse que antigamente o concorrente era aquele que estava do outro lado da rua, agora ele está do outro lado do mundo. “Nós também precisamos estar do outro lado do globo. Aqui no Brasil estamos passando por uma situação muito conturbada e as empresas que já estão internacionalizadas estão em outro patamar. Existem vários projetos de incentivos no exterior que nem sonhamos aqui no Brasil. Temos que aproveitar essas oportunidades. Para a área de TI, os Estados Unidos sempre foram um excelente mercado, sempre muito evoluído”, explicou Chaparro.

    O presidente do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática (SINDESEI-DF), Charles Dickens, disse que fica muito feliz em ver a Fecomércio abrindo espaços para palestras como estas, que encorajam os empreendedores a investirem e alavancarem as suas empresas em um novo universo. O vice-presidente da Câmara de TIc da Fecomércio, Christian Tadeu, disse que os empresários estão procurando outros mercados e essa palestra foi uma oportunidade única para achar um caminho mais fácil para se estabelecer em outro País.

    Palestra
    O palestrante André Leal começou a sua explanação colocando que os Estados Unidos estão facilitando a internacionalização de empresas brasileiras e que o País está aberto a negócios. Explicou que a internacionalização tem vários significados e aspectos, tais como: exportar, importar, investir fora do País e se estabelecer em outro lugar. De 2003 a 2016, foram 777 projetos de investimentos de empresas brasileiras no mundo todo.

    Segundo Leal, é um processo que tem começo, mas não tem fim. “A internacionalização começa quando o empresário quer um parceiro estrangeiro para importar um produto, serviço ou uma tecnologia, esse é o primeiro estágio”, explica. “Quando a empresa começa a ganhar campo internacional ela começa a abrir portas para fora de seu País de origem. Assim, vai evoluindo e passa para o estágio de ter um representante ou um distribuidor para desenvolver um mercado para o empreendedor em outro lugar”, disse. Esse representante, segundo ele, vai trabalhar para entender as demandas de mercado e informar para a matriz, além de dar suporte para que o empresário desenvolva suas atividades.

    A partir do momento que o empresário consegue o domínio daquela região, fora do País sede, já entende as dinâmicas comerciais e entende o que o mercado espera de sua empresa. “Essa parte do processo não é levar a sua empresa do jeito que ela está no Brasil para fora. Você tem que criar novamente o seu negócio fora do País, começar com uma estrutura pequena,  com o tempo se desenvolver. A partir disso, a internacionalização não acabou, o empresário pode começar a investir em outros países, se tornando uma empresa global”, ressaltou André.

    Ele citou como exemplo a Uber, que há dois anos era uma startup pequena e agora é uma empresa global. “Com a empresa estabelecida nos Estados Unidos, por exemplo, o empreendedor pode buscar plataformas para entrar no México, no Canadá e até mesmo começar a investir com taxa zero na Coreia do Sul, que tem acordo comercial com os Estados Unidos, abrindo grandes possibilidades e chances”, disse.

    A internacionalização de empresas brasileiras nos EUA dispara. O crescimento é de mais de 15% nos três anos, segundo dados da Select USA. O setor de TI representa mais de 30% das empresas Brasileiras nos EUA, sendo empresas tanto de grande e médio porte, como pequenas, micro e das startups. Os empreendimentos dos brasileiros estão em 29 estados americanos, sendo os cinco estados que mais atraem: 24% na Flórida, 11% no Texas, 8% na Califórnia, 7% em Nova York e 6% na Carolina do Norte. André Leal ressaltou ainda que os Estados Unidos fazem esse tipo de abertura para empresas de fora porque essa transição de mercado gera emprego, renda e gira a economia.



    Com informações da Fecomércio-DF.
     
     
     
  • Caravana do FCO & BNDES no SIMPLIFICA PJ

    A Secretaria de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia, por meio da Subsecretaria de Relação com o Setor Produtivo, em parceria com o Banco do Brasil, têm a honra de convidar os empresários do Distrito Federal para a

    Caravana do FCO & BNDES no SIMPLIFICA PJ

    Na oportunidade, serão apresentados os detalhes dessas linhas de crédito, além de oferecer atendimento personalizado com equipes especializadas de gerentes PJ, para atender as necessidades dos participantes. A SEDICT e o Banco do Brasil estão atuando de forma colaborativa, promovendo ações que servirão para alavancar a economia do Distrito Federal por meio do fortalecimento do setor de negócios local.

    ONDE? No SIMPLIFICA PJ, na QI 19, Lotes 28/32, Setor Industrial de Taguatinga, ao lado da feira dos goianos

    QUANDO? Dia 13/12/2017, de 9h às 12h

    Confirme a sua participação pelo telefone 33252417.